
Agora é sempre outono, febril outono;
pedras explodem no mar da Barra
e nada é calmo
a lua sangra no céu e pesco sonhos
que já foram meus..
talvez um dia eu tenha tempo de contar a você
a última cena desse filme
um dia talvez…
quando a alegria retorne sem o seu sorriso.
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Esta entrada foi publicada em março 19, 2010 às 9:03 pm e está arquivada como Uncategorized . Você pode acompanhar qualquer resposta para esta entrada através do feed RSS 2.0
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março 21, 2010 às 4:29 am
Talvez as rugas das ondas sejam o já escolhido caminho náufrago para encontrar as saídas…
março 21, 2010 às 11:22 pm
Lindo, mana. Um dos mais bonitos que vc já escreveu